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terça-feira, 13 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

MERKEL FAZ VISITA DE CHARME E CONTROLEIRA
















MERKEL : NEM TE SAUDAMOS NEM VAMOS MORRER!!!

Qual  velha africanista colonialista a senhora chanceler de um país opressor pela via financeira vem , de passagem , afirmar a "sua" soberania sobre os papalvos do sul.
Estranhamente os nacionalistas de meia-tigela que por cá abundam vão-se apressar a prestar-lhe vassalagem ...quais servis serviçais para toda e qualquer encomenda !!!
Vão desdenhar daqueles que se abespinham com estas atitudes de subserviência e falta de vergonha mas serão ridículos porque a história lhes encarregará de dizer qual o melhor lado da barricada !!!
Esta senhora se hoje tem um país unido e colossal deve-o a todos os outros europeus que lutaram para que se desmoronassem todos os muros separatórios e depois contribuiram monetáriamente para levantarem o lado leste que estava em ruinas...
AGORA SÃO TODOS DESCARTÁVEIS...
DISPENSÁMOS RETÓRICAS COMISERATÓRIAS E DE CARIDADEZINHA !!!!
TEMOS VERGONHA DAQUELES QUE SE DIZEM NOSSOS DIRIGENTES MÁXIMOS E QUE ACHAM QUE FORAM LEGITIMADOS PARA NOS VEXAREM.....
VÁ PREGAR PARA OS CONFINS DO INFERNO !!!!

ANGELA MERKEL PERSONA NON GRATA !!!!


“O rei Juan Carlos não desceu ao vexame de a receber”

• Vasco Pulido Valente, Vergonhas [ONTEM  no Público]:
    ‘(…) metida num casulo, Merkel nem ficará a saber ao certo onde aterrou.

    O programa do dia é, de resto, incompreensível. Começa ao meio-dia e meia com uma conversa com o Presidente da República, que não pode durar mais do que meia hora. Às 13h20, a nossa querida Ângela almoça em S. Julião da Barra com o primeiro-ministro e Paulo Portas (não se sabe se a título de MNE, se de presidente do CDS), com pouco tempo para comer e menos para falar, porque às três tem uma conferência de imprensa de 40 minutos no Centro Cultural de Belém, para responder a quatro perguntas (duas de jornalistas portugueses, duas de jornalistas alemães). Finalmente, e para fechar a festa, a sra. Merkel ornamentará com a sua presença uma reunião de empresários, durante um bocadinho. Às 17h15 volta para a terra dela, com certeza sem se lembrar do que lhe disseram e sem perceber coisa nenhuma do que viu. Mas, pelo menos, olhou uns segundos para o Tejo em S. Julião da Barra.

    O que vem ela cá fazer? 
     Manifestar a sua fé no euro, que em Berlim ajuda muito pouco e contrariadamente?
     Espevitar Cavaco? 
    Aplicar um beijinho no jovem Passos Coelho, para ele não perder a coragem (esperemos que Paulo Portas não caia na asneira de se submeter a esse horripilante exercício)? 
    Manifestar a sua confiança no povo, que a polícia empurrou à matraca para longe dela?
     Exibir a sua autoridade de credora sobre uma tribo inerme e primitiva? 
    Ou resolveu simplesmente, como chefe da Alemanha, fiscalizar o estado das colónias? 
    De qualquer maneira, este espectáculo vexatório mostra, como mostrou antes na Grécia e na Espanha, o domínio da dama sobre o que por irrisão ainda se continua a chamar "União Europeia".

    O rei Juan Carlos não desceu ao vexame de a receber. 
    Em Portugal a vergonha não abunda.’







SENHORA MERKEL GO HOME.....






O VIDEO DE MARCELO PARA A SENHORA PATROA MERKEL

 

Vídeo proposto por Marcelo mostra uma Alemanha pouco solidária

11.11.2012 -  Por Cláudia Carvalho, IN PÚBLICO

Imagem do vídeo Imagem do vídeo (DR)
Se as autoridades alemãs tivessem autorizado a exibição pública do vídeo idealizado por Marcelo Rebelo de Sousa e realizado pelo social-democrata Rodrigo Moita de Deus teriam dado aos alemães a oportunidade de conhecer um Portugal para além dos números e da dívida externa. A nega alemã, que não terá gostado do retrato do seu país pouco solidário, não foi um impedimento para que o proposto por Marcelo vídeo caísse no YouTube.



A ideia era que o filme, que tem como nome “Eu sou um berlinense” e que em cinco minutos retrata a realidade portuguesa desde o 25 de Abril, fosse exibido em locais públicos este fim-de-semana, antes da visita de Angela Merkel a Portugal. A proposta foi rejeitada mas agora no YouTube foi publicado em três versões (português, inglês e alemão) para que todos o possam ver. As visualizações, comentários e partilhas nas redes sociais já se multiplicam.

De forma a mostrar aos alemães que Portugal é um país com um povo empenhado, o vídeo começa por lembrar as conquistas do pós-25 de Abril como a diminuição da taxa de analfabetismo, a diminuição da taxa da mortalidade infantil, o aumento da escolaridade obrigatória ou o aumento da esperança média de vida.

E logo a seguir são referenciadas as relações com a Alemanha. “Temos um dos melhores parques automóveis da Europa, do qual 41,3% é alemão. Instalamos uma das maiores redes de abastecimento de carros eléctricos da europa fornecidas por uma empresa alemã mas ainda estamos à espera que a Alemanha nos venda os carros eléctricos”, diz-se no vídeo. E vai mais longe: “Gastámos mil milhões de euros em dois submarinos de última geração… Submarinos alemães”.

E para concluir a relação entre os dois países fazem-se as contas às trocas comerciais: “três mil milhões de euros para a Alemanha”. Mesmo assim, reforça o vídeo, foram cortados em Portugal ordenados, pensões, prestações socias, organismos públicos, e subiram-se os preços, a idade de reforma, os transportes públicos e “tudo o que mexe”.

E ainda se trabalha mais por cá, garante o vídeo. Ou seja, os portugueses trabalham mais horas, têm menos dias de férias e menos feriados e ganham em média metade do que ganham os alemães. “Mas eles devem saber que trabalhamos”, diz-se no vídeo, que lembra os 150 mil portugueses que vivem na Alemanha.

Passando uma mensagem clara da falta de solidariedade dos alemães. O vídeo termina lembrando que em 1990 a “Alemanha declarou que a sua antiga divida externa tinha caducado” e “os portugueses não contestaram”. “Em 2005, a Alemanha infringiu os limites do défice e a União Europeia perdoou-lhe as sanções. Os portugueses não só não contestaram como apoiaram a decisão”. Porquê? Por saber que não “era justo pedir ao povo alemão que trabalhasse ainda mais, pagasse ainda mais impostos”.

Conclusão: “Na Europa os muros de Berlim acabaram em 1989."

Foi entretanto anunciado que o vídeo será exibido esta segunda-feira nos painéis do Turismo de Lisboa, acompanhando a visita da chanceler alemã, Angela Merkel, à cidade.